sexta-feira, 25 de julho de 2014

Rota 66

Há muitos anos eu sonhava com percorrer a histórica Rota 66
Muitas pessoas pensam que essa famosa rota atravessa o território norte americano. Não, ela vai de Chicago a Los Ângeles e aqui termina ao lado do Pier de Santa Mônica.
No total, 3.945 km. Também chamada de "Mother Road" (mãe das estradas), visto ter sido a primeira e mais importante rota construída nos EUA. Por ali transitava o ouro e a prata da Califórnia.
Mais tarde, pelo grande fluxo de carros, tornaram-se necessárias estradas muito mais largas, surgindo as freeways. 







Consegui algumas fotos que mostram a Rota 66 nas suas origens.

Convém lembrar que esta já foi a mais importante estrada dos EUA












Assim era o tráfego

pela Rota 66


















E foi traçada em meio a tribos indígenas
















Elvis Presley, Rei do Rock, que dominou as platéias do mundo com sua fusão de música coutry e rock’n’roll foi um importante marco no desenvolvimento turístico da Rota 66, por ali fazendo longos passeios em sua Harley-Davidson, seguido de centenas de fãs. Dado sua grande fama nacional e internacional, como cantor e artista, para ali atraiu grande número de motociclistas. Daí, até hoje, andando por essa Rota 66, encontram-se grandes grupos, desfilando em possantes motos e também figuras estranhas como nas fotos inferiores.



Pela Rota 66 é comum encontrar-se jovens e idosos com suas potentes motos.





São comuns grupos com mais de 100 motos, em viagens de centenas de km, não raro, mais de 1.000 km.












E eis que encontrei
esta motoqueira
pela qual muito
me interessei


Daí, restou como importante rota turística, na qual se visitarão autênticas reservas indígenas e lugares incríveis, como o Grand Canyon, ouvir histórias de cowboys e suas conquistas do "velho oeste". Passear pelos parques nacionais, monumentos históricos, cidades fantasmas, e outras.



Este motel cujas acomodações
são em tendas indígenas









Eles administram e exploram o motel.




Também se encontrarão velhas relíquias históricas, como esta primitiva locomotiva.









O Cadillac-Ranch, em que se vêem esses antigos cadillacs parcialmente
enterrados na areia do deserto.










Calico House, onde se pode saborear comidas típicas do Velho Oeste.


























No andar superior deste
restaurante há os dormitórios,
e aqui está o nosso







Mais uma das fotos notáveis da antiga Rota 66, a qual consegui neste restaurante.


Não só motos, como também os gigantescos caminhões.



A Rota 66 tem quase todo
o seu curso sobre o deserto.
E aqui está um cactus
que eu não conhecia
nem por fotos. 


E também, em muitos trechos, a Rota 66 é ladeada por estradas férreas.

Há trechos em que temos de nos desviar da Rota 66 porque não conservada.

Longos trechos em meio a cortes em montanhas.





A cada distância de mais ou menos 50 km, encontram-se as rest areas. São áreas de repouso onde se encontra água gelada, café quente, refrigerantes, mesas e bancos, sanitários e banheiros muito limpos e boa sombra para o descanso.






Após andar 641 km, chegamos a Williams, porta de entrada do Grand Canyon.


A Rota 66 corta a cidade de
Williams e é sua principal avenida.











Williams preserva o antigo Oeste americano. Andando pelas ruas se tem a impressão de que, a qualquer momento, ocorrerá uma invasão de índios montados em seus cavalos.
O museu







A velha locomotiva











O Armazém Geral











Casa do bife







E para os que ainda não conhecem o steak (bife), aí está.





E agora nos deem licença que vamos dar um passeio nos modernos carros da cidade.







E encontramos este casal de colonos desbravadores do Velho Oeste em foto de 1728























Colonos desbravadores
do Velho Oeste.









Um pouco do Velho Oeste








E a Judite quer fazer um
passeio nesta charrete










E aqui vamos nos refrescar, o calor está insuportável.
O que acham deste bar ?













Pois vejam o seu interior.
E agora, o que acham ?



Estou fazendo um blog sobre o Grand Canyon, então, aqui,
apenas uma amostra de onde viemos encerrar este nosso passeio.

saul guilherme soibelmann
sgs@terra.com.br 



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